Folder JD Logistics

10 07 2008



Folder desenvolvido para a JD Logistics. 2008.





Folder Restaurantes Jornal Mais Conteúdo

10 07 2008



Folder desenvolvido para o Jornal Mais Conteúdo. 2008.





Anúncio Andaimes e Betoneiras

10 07 2008



Anúncio desenvolvido para o Jornal Mais Conteúdo. 2008.





Anúncio Sacolão Saúde

10 07 2008



Anúncio do Sacolão Saúde desenvolvido para o Jornal Mais Conteúdo. 2008.





O Melhor da Raposo

11 04 2008

Logotipo desenvolvido para o site “O Melhor da Raposo”. 2008.





Trailler Capoeira Angola

29 02 2008

Filmagens: 2006. Reedição: 2008.

Direção, produção e edição: Bruno Logatto.

Fotografia e câmera: Lucas Justiniano.





Instituto Butantan

25 02 2008



Material educativo produzido para o Instituto Butantan. 2007.

Equipe: Adriana Prates, Bernardo Passetti, Bruno Logatto, Carlos Baptistella, Felipe Sleiman, Fernanda Callé, Guilherme Azém, Priscila Oliveira e Tatiana Dascal.





Site Imagem Aero Foto

22 02 2008
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Layout desenvolvido para o site Imagem Aero Foto. 2006.

Equipe: Bruno Logatto e Larissa Paschoal.





Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo – “Diálogos próximos”

22 02 2008

Texto originalmente publicado em agosto de 2006 no blog Kinoforum Crítica Curta.

Visite: http://blog.kinoforum.org.br

DIÁLOGOS PRÓXIMOS

Em 2005, Kleber Mendonça Filho caiu nas graças da crítica e faturou prêmios e elogios com seu filme “Eletrodomésticas”. A dona de casa controlada por uma rotina envolta em máquinas de todo tipo fundia-se aos eletrodomésticos de sua casa no filme de dois anos atrás. Esse ano seu novo curta “Noite de sexta, manhã de sábado” também vêm impressionando. A sala lotada da sessão “Panorama Brasil 1” arrancou aplausos do público. Após a sessão, o diretor ainda respondeu perguntas da platéia sobre as filmagens do curta.

Trata-se de uma história bem construída entre dois personagens distantes. Ele está em Recife e ela na Ucrânia. Os dois buscam uma forma de entrar em contato um com o outro, e a conversa dos dois por telefone vai revelando um diálogo delicado sobre o casal sem pormenorizar a questão que os separa. A forte união dos dois vai sendo construída a partir de elementos visuais tais como o sol e o mar. O mesmo sol e o mesmo mar vistos do outro lado do mundo, a mesma água que toca os dois países, a mesma luz que pode ser vista de todos os cantos do planeta. A sensação dos pés tocando a areia e as lembranças de quando estiveram juntos. O diálogo constrói a história desses dois personagens que tentam uma proximidade momentânea frente a distância física que os separa.

A restrição do tempo imposta pelo curta não impossibilitou o diretor de alongar conversas, esticar o tempo. O filme flui em seus diálogos. A câmera na mão da a imprecisão certa diante da precisão da conversa dos personagens. Tudo com muita simplicidade.





Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo – “(re)Descobrindo Pixinguinha”

22 02 2008

Texto originalmente publicado em agosto de 2006 no blog Kinoforum Crítica Curta.

Visite: http://blog.kinoforum.org.br

(RE)DESCOBRINDO PIXINGUINHA

Confesso que nunca fui fã de Pixinguinha, mal o conheço. Nem ao menos saberia dizer o nome de uma música sua. Mas mesmo assim o documentário de Thomas Farkas, “Pixinguinha e a Velha Guarda do Samba”, me tocou.

Trata-se das filmagens de um show de Pixinguinha no Parque do Ibirapuera feitas por Farkas em 1954, nos festejos do IV centenário de São Paulo. Essas imagens foram encontradas quase 50 anos depois, quando o diretor remexia alguns filmes velhos. Ele decidiu então revelar o negativo que encontrou e se deparou com imagens suas nunca antes vistas. Mas havia um problema: o filme estava sem som. Aliás, a filmadora de Farkas não gravava som, afinal estamos falando de um filme de 1954.

Foi preciso fazer um arranjo para que aqueles instrumentos e batucadas fizessem sentido. E foi então que aquelas imagens ganharam vida. Pode-se compreender os sorrisos e expressões nos rostos daqueles músicos que cantavam com tanto entusiasmo.

O documentário de Farkas fala exatamente sobre isso. Sobre esse processo de redescoberta de um rolo de filme esquecido no fundo do baú, condenado às traças e ao esquecimento. E é justamente o depoimento de Farkas que contextualiza a imagem e faz dela mais bela.

O olhar de Farkas sobre aquelas imagens, sem sobra de dúvidas, foi vivo e ousado. Sua história particular quando exposta, tornou aquele momento coletivo, imortalizou o olhar jovem de um já idoso e respeitado fotógrafo brasileiro. O mais interessante é que nesse processo nos deparamos com um fotógrafo experiente dialogando com aquele garoto entusiasmado de décadas atrás.

Pena que o documentário se alongue demais em descrições sobre a vida do próprio diretor. Mas tudo bem, o mais importante ali não é nem a história, mas sim o filme redescoberto. A história foi só um pretexto para que o público prestasse atenção naquelas belas imagens.